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Publicado em 14/10/2017 às 23:25:53

DESCEU A LENHA: Tôrres chama gestão de Cartaxo de incompetente e sugere pedido de desculpas

Política

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Após o episódio do embargo feito pela Prefeitura de João Pessoa às obras da Perimetral Sul, na Capital, o secretário de Comunicação da Paraíba, jornalista Luís Tôrres, tachou a gestão de Luciano Cartaxo de "incompetente" por não conseguir executar obras e tentar impedir que o Governo execute. Ele lembrou que a PMJP as obras da Barreira do Cabo Branco ainda não foram iniciadas. "Aí é ineficiência mesmo, incompetência, limitação de gestão", disse o secretário.

Quanto ao caso da Perimetral Sul, Tôrres sugeriu que a gestão municipal peça desculpas à população da Capital, por tentar parar uma obra que vai beneficiar 300 mil habitantes da Grande João Pessoa.

O secretário Luís Tôrres vê o embargo como uma ação política. "A Prefeitura de João Pessoa, quando não consegue confundir a população para enganá-la e dizer que aquela obra do Estado é deles, aí eles tentam derrubar a obra", criticou Luís Tôrres, citando o Viaduto do Geisel, o Trevo das Mangabeiras, a Vila Olímpica, o Centro de Convenções, o Parque Parahyba, a pavimentação das ruas do Cidade Verde, a duplicação da Avenida Cruz das Armas, entre outras intervenções.

A Prefeitura de João Pessoa embargou as obras da Perimetral Sul nessa quarta-feira, e após a repercussão negativa negou o fato, afirmando que se tratava apenas de uma notificação, e hoje a gestão municipal afirmou que após o embargo, houve a suspensão do embargo.

Para o Estado, quando a gestão municipal percebeu o ato violento que cometeu, voltou atrás. De toda forma, o Governo do Estado pretende tocar as obras. "O governo não permitirá que a Prefeitura de João Pessoa mais uma vez tente prejudicar as obras que esse Estado faz aqui na cidade de João Pessoa", disse Luís Tôrres.

O secretário disse que a medida tomada pela gestão municipal foi absurda e demonstra a falta de zelo, cuidado, preocupação e de atenção com a população de João Pessoa, sobretudo pela forma como se deu o embargo. O secretário explicou que, além do Estado possuir todas as autorizações e licenças para execução das obras, ainda se não as tivesse, "somente o ato de paralisar a obra porque os funcionários não estavam no canteiro de obras com a documentação para mostrar aos fiscais" demonstra o descaso da prefeitura para com a população.

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